sexta-feira, 29 de maio de 2020

#4 - Crítica O Investidor Inteligente


Quem aí já leu O Investidor Inteligente?

Esse livro foi publicado pela primeira vez em 1949, sim, em mil novecentos e quarenta e nove. Há mais de 70 anos atrás! Olha a evolução do mundo nesses 70 anos. Olha a evolução do mercado financeiro, da contabilidade, da velocidade da informação, tudo! Agora me diz, como um livro que fala de algo tão dinâmico como finanças pode ainda ser referência em 2020? 

Isso foi possível, primeiro, por causa do seu conteúdo precioso e, segundo, porque o seu autor é uma das maiores referências do mercado financeiro até hoje. Benjamin Graham é muito conhecido por ser o pai da estratégia Buy&Hold (essa mesma que a maioria da finansfera usa) e ser o mentor do grande investidor Warren Buffett.

Mas será que ler esse livro hoje é vantagem? Não é um livro muito desatualizado?

A minha resposta para essa pergunta é sim e não ao mesmo tempo.

Está desatualizado? Sim, sem dúvida. Benjamin veio de uma época que demorava dias ou meses para se comprar uma ação, época das famosas bolsas de valores com um pátio lotado e gente gritando loucamente procurando vendedor ou comprador. Uma época sem tecnologia da informação, as pessoas eram muito mais desinformadas, não porque eram burras, mas porque era custoso ter informação, ela era lenta, estava presa dentro de poucas cabeças ou livros escondidos e de difícil compreensão, o livro o investidor inteligente, na sua primeira edição, tinha mais de 640 páginas.

A contabilidade não era tão centralizada nem tão regulada, dava pra achar algumas fraudes ou erros com frequência. A ineficiência do mercado era mais acentuada, sendo mais ”fácil” ter descorrelação entre preço e valor e, dessa forma, o value investing era mais certeiro.

Mas isso não quer dizer que esse livro é ruim ou que não deveria ser lido. Apesar desses detalhes temporais, o livro ainda é de grande valia para qualquer investidor que quer ir mais a fundo. 

O conceito de Sr Mercado é genial! Pra mim é um dos grandes conceitos filosóficos como a Mão Invisível do Mercado de Adam Smith que, para mim, são conceitos tão fortes que chegam serem atemporais. Para quem quer saber mais sobre esse conceito e outros do livro é só assistir a esse vídeo do canal.



O fato de Graham ensinar a se comportar em relação ao mercado e ensinar que ação é de fato uma empresa, com um modelo de negócio e tudo mais já vale a leitura. De brinde ele ensina balanceamento de carteira, margem de segurança, critérios para seguir (ou não) e a sua concepção sobre a relação de risco retorno, além da sua famosa fórmula de valor pra uma empresa (é pouco ensinamento não!).

Mas isso tudo está no vídeo, o que eu quero focar neste post é se esse tipo de análise é vencedora ou não atualmente. É vencedora? Sim, na minha opinião é, na verdade a maioria das estratégias de ações são vencedoras no longo prazo, mas o que não entra em linha pra mim é o seu método de Buy&Hold. Graham não era um holder raiz (fica até estranho dizer isso porque ele foi o pai da estratégia) pois ele não segurava os ativos até o infinito e além, ele era um investidor de valor e quando o preço da ação se igualava ao valor da empresa ou ultrapassava aos poucos ele vendia. Ele não segurava empresas para o LONGO PRAZO, algo como 15, 20, 30 anos como Warren Buffett fez, ele na verdade vendia muito antes disso, e se a empresa não mostrasse reação (subisse a cotação) em 1 ou 2 anos ele se desfazia do investimento e procurava outro. 

O fato é que o value investing funciona bem pra quem sabe aplicar, não é algo fácil de aplicar, ser um investidor empreendedor demanda muito, requer dedicação, tempo, conhecimento e senso crítico. Saber qual tipo de investidor você quer ser antes de sair copiando as estratégias é crucial pra não ter frustração de expectativa, no livro temos a opção de investidor defensivo, de investidor empreendedor e de especulador. 

A vantagem de ler muito e conhecer várias estratégias diferentes de investidores fodas é que você vai copiando um pouquinho de cada um, aquilo que você gosta, entende, concorda e quer aplicar. Por exemplo, aproveitar os conceitos e a estratégia de Graham como o Sr. Mercado e margem de segurança e misturar com os ensinamentos de Warren Buffett.

Buffett conseguiu ir além e aperfeiçoou a técnica de Graham, ele percebeu que as ações que ele vendia quando chegavam no seu valor estimado continuavam crescendo muito ano após ano. Ele viu que vender essas ações não eram tão vantajoso assim, que era mais vantajoso não vender e surfar o crescimento da empresa e nunca pagar impostos sobre o lucro, já que nunca vai vender. Se a empresa for boa mesmo, você lucra sim com o crescimento patrimonial que ela dá, mas esse não é o principal, você lucra com os dividendos, que mostram o seu poder somente no longo prazo, acima de 15 anos, vantagem que não é possível aproveitar possuindo a ação por apenas 3 ou 4 anos ou utilizando o método de Graham, já que o foco dele era mais nos números e na cotação do que na qualidade da empresa e nas vantagens competitivas. Buffett tem na carteira hoje ações que ele comprou na década de 70 e que nunca pensou em vender e que rende para ele hoje dividendos anuais bilionários, sem nunca ter pago uma migalha de imposto em cima desse lucro (exceto o imposto em fonte antes de receber os dividendos)

Esse é um dos motivos pelo qual eu adoto mais a vertente Buy&Hold de Buffett do que a de Benjamin Graham. Porém, isso não tira o meu brilho no olho pelo livro. O investidor inteligente não é um livro tão acrônico que nem os livros filosóficos, mas é uma obra prima do mundo dos investimentos e um dos mais importante pra se formar a mentalidade financeira de um investidor que quer investir COM inteligência. 

Recomendo, recomendo fortemente esse livro, mas apenas se você já tiver um tempinho de mercado, já tiver uma carteira dando umas calejadas. Iniciantes não iriam absorver bem as informações que ele passaria, sendo necessária uma releitura mais tarde. 

Esse foi a primeira crítica de livros de finanças. Comentem aí o que acharam e se devo fazer mais desses posts. Aceito qualquer tipo de sugestões e críticas.

Até semana que vem!

TR.

Obs.: Caso tenha interesse clique aqui e compre o livro pela Amazon. Eu sou afiliado deles e comprado pelo link eu ganho uns trocados seus (ou deles).

quinta-feira, 21 de maio de 2020

#3 - Como economizar muuuuuito com Nubank!


Fala meus caros, beleza?

Bom contador de moedinhas que eu sou, quando comecei a gastar bem no cartão de crédito (leia-se R$ 1.000,00) eu logo procurei ir atrás de um que eu teria uma vantagem econômica boa, gostasse do atendimento e fosse funcional o mínimo possível.

Logo cai de cara com o Nubank, um cartão totalmente digital, internacional, sem anuidade, com algumas vantagem e o que mais me encantou, o App. Sim, o aplicativo, antes eu já tinha testado BB e Santander e nenhum dos dois me encantaram, o BB era horrível para demonstrar seus gastos e tudo mais, demorava dias pra aparecer na fatura do App e o Santander era bemmmm melhor, mas cobrava uma "anuidade" caso não usa-se tantos X reais por mês e mesmo eu usando esse mínimo isso me incomodava um pouco.

Pois bem, virei um Nu e comecei a gastar bem nele e, por acaso, foi a época que comecei a investir em milhas aéreas (época boa viu!) e acabei me interessando por programas de milhagem dos cartões e fui lá como um bom contador de centavos ver qual era aquele que ia me dar uma maior vantagem.

Tem muito post por aí falando a vantagem X do cartão Y e tudo mais, mas aqui eu vou me concentrar no Nubank e porque eu acho que muitos menosprezam o seu sistema de pontos Rewards e como eu economizei muito com eles.

O sistema Rewards do Nubank é bem simples, você gasta no cartão e a cada R$ 1,00 gasto você ganha 1 ponto. Gaste mais, acumule mais e gaste seus pontos. A grande diferença do Nubank pro restos dos cartões é que eles atrelam isso as milhagens, isto é, a empresas como Smile, Multiplus, Dots e, bom matemático como sou, eu vi que não valia muito a pena, valeria sim pra algumas passagens mas esse mercado é muito dinâmico e uma hora tem promoção boa que você consegue aproveitar e outra hora você gasta 5x mais milhas pra conseguir o voo quando você quer. Ou seja, naquela época o Nubank inovou dando um cartão que ganhava pontos em que você poderia gastar com outras coisas, na verdade hoje você basicamente gasta com o que você quiser pois você "apaga" a fatura que você gastou.

Exemplo pra ficar mais claro. Suponha que você quer economizar R$ 100,00 pra pagar uma panela, mas essa panela está num supermercado local que ninguém conhece e não tem parceria com nenhuma empresa famosa de pontos. No Nubank você não precisa ter essa parceria, basta você apagar qualquer outra conta que vale R$ 100,00 que dá na mesma, você consegue "comprar" a panela ou economizar pra compra dela indiretamente, você não fica preso a comprar uma passagem aérea ou a gastar seus pontos em produtos superfaturados no site de Multiplus. Outra linda e grande vantagem é que esses pontos não expiram, são seus pra sempre, sem pressa de gastar! Talvez vocês não tenham noção do quanto que uma empresa dessas ganha com pontos expirados, não estou chorando com pontos desperdiçados dos outros, mas não ter uma dead-line te apressando é muito bom.

Mas vale a pena?

 

Bem, depende. Depende do quanto você gasta por mês no cartão. O programa Nubank Rewards cobra R$ 19/mês ou R$ 190/ano e é lógico que eu assino o anual. Pra valer a pena eles mesmos informam que você tem que gastar no mínimo R$ 1.600,00 pra começar a compensar. Eu gastava isso? Não, mas tinha planos de investir com o cartão de crédito e comecei a gastar muito (investia comprando milhas) e eu comecei a concentrar todos os meus gastos no cartão, antes o que era usado pouco e custava algo em torno de mil reais por mês subiu facilmente pra dois mil quando coloquei conta de internet, celular, almoços, parei de pagar coisas no débito. Sem falar em 2 viagens internacionais que eu fiz que acabei usando o cartão queira ou não (não sou burro nem alienado, as duas eu levei muito dinheiro em espécie, mas passagem de avião e algumas emergências e situações fizeram eu gastar nele).

Veja que eu não comecei a gastar mais pra querer acumular, eu só transferi o que eu pagava em dinheiro/boleto/débito para o crédito.

Bem, resumo da ópera, pra mim valeu a pena gastar esses 2 anos com Nubank Rewards? Ohh se valeu. Como eu anoto tudo que gasto e anotei tudo que "apaguei" no Nubank, sei exatamente o quanto que eu economizei (o App também tem o histórico de tudo que você apagou) e esses valor foi de R$ 1.197,33.

Veja a minha tabelinha do que eu apaguei todo esse tempo.

  

E veja que já está incluso as duas anuidades que paguei nesses dois anos, a terceira vai ser cobrada agora no meio do ano. Mas ainda tenho bala na agulha, tenho aproximadamente 11 mil pontos para apagar qualquer coisa dos meus gastos. Como não sou bobo eu apago aqueles que tem a relação 80 pontos = R$ 1, e isso dá mais uns R$ 130 reais pra gastar.

Repito, vale a pena se você gastar bem no seu cartão de crédito e como eu disse, uma das coisas que me impulsionou foi eu ter gastos de investimento em milhas que tiravam uns 2k por mês até eu parar de investir nelas (parei de investir no meio de 2019). Mas mesmo assim, eu mudei de cidade, comecei a morar sozinho e concentro quase tudo no cartão de crédito (outra ressalva, eu sou extremamente controlado com finanças, então eu sei me regular pra isso e não sou gastador compulsivo), se eu gasto 3000 de custos fixos por mês eu consigo passar uns 2500 no cartão. Além disso, comprei aparelhos caros no cartão que já matam a vantagem do mês como o meu notebook e o monitor. Mas vou repetir de novo, não adianta querer comprar tudo no cartão só pra ter essa economia, quando o boletão dá aquele desconto de 10% não tem matemática que salve Hahahah.

Sei que R$ 1.197,33 não é lá essas coisas de economia em 2 anos, mas pra mim é melhor do que ter gasto isso ou pior, tem gente que PAGA pra usar cartão de crédito só porque acha que daqui 2 anos vai comprar uma passagem pra Fortaleza "mais barata" com as milhas. Lembro que quando procurei a relação custo/benefícios dos cartões maiores pra ganhar milhas ou dólar a vantagem não era lá essas coisas e o Nubank tinha a vantagem de já ser do meu agrado e de poder economizar com as parcelas também.

Para quem não sabe existe a opção também de antecipar parcelas de compras feitas recebendo desconto. Sim, você recebe um descontinho por "parcelar" as suas compras. Os juros variam de acordo com a demanda, mas geralmente quando eu antecipo fica em torno de 5-6% ao ano, e olha que já fiz muita antecipação.

Como que faço então para economizar com isso? 

Geralmente o desconto só vale a pena em compras "grandes", aquelas que geralmente a galera disponibiliza parcela. Antigamente eu sempre pagava tudo que comprava com o cartão de crédito a vista, não gosto de parcelas, dão a ilusão que você tem poucos gastos e fica mais folgado com o policiamento da economia. Agora se eu posso parcela sem juros então eu parcelo.

Eu faço a comprar com o maior número de parcelas possíveis sem juros (quanto maior o número mais desconto), espero a comprar ser consolidada no App e depois antecipo elas. Na prática é como se eu não tivesse parcelado e comprado à vista, mas nesse esquema eu consigo economizar bons trocados.

Alguns exemplos reais que busquei do meu roxinho:

Kindle de R$ 239,00 parcelado em 6x.
- Economia de R$ 10,52
Passagem de avião de R$ 232,00 parcelado em 6x
- Economia de R$ 3,39
Memória RAM de R$ 127,30 parcelado em 12x
- Economia de R$ 5,06
Seguro Viagem de R$ 85,00 parcelado em 4x
- Economia de R$ 3,63
Tênis Netshoes de R$ 129,90 parcelado em 3x
- Economia de R$1,45
Passagem de avião de R$ 1432,50 parcelado em 10x
- Economia de R$ 82,31
Notebook de R$ 4559,99 parcelado em 12x
- Economia de R$ 202,72

Nenhuma dessas compras tinham outro método de economia como pagar no boleto ou outros. 
Só nessas compras aí já foram R$ 309,08 de economia, apenas por usar a antecipação de parcelas.

Agora até pra pagar bala eu pergunto se parcela, hahaha!

 TR


sexta-feira, 15 de maio de 2020

#2 - Porque diabos não começamos do jeito certo?!

E aí leitores, beleza?

Então, o papo de hoje será mais direcionado para galera que começou a investir muito afoito, como eu no começo, ou o pessoal que só quer rendimentos e rentabilidade, ou mesmo nem isso, pra galera que quer ver o dinheiro "trabalhando" pra eles o mais rápido possível sem ligar muito para as consequências.

Não sei dizer se esse sentimento empolgante  que sentimos quando aprendemos sobre investimentos pela primeira vez é algo natural, mas comigo foi uma explosão de "quero isso", "quero aquilo", "vou "investir nisso também". Tudo bem, eu sei que sou muito suspeito pra falar disso porque o meu perfil de investidor é daqueles raros, de alto risco. Eu era um daqueles investidores iniciantes que só queria ter algo aplicado "porque sim" ou "porque alguém recomendou" e também por algum motivo eu sabia que era algo bom.

Onde eu estou querendo chegar com esse papo? Bem, eu to querendo criar uma linha de raciocínio que explique porque a maioria dos iniciantes não começam do jeito certo, que é aos poucos, pisando de leve, acumulando conhecimento e experimentando de colherzinha. Pode ser que eu esteja com a percepção errada, mas das minhas interações pessoais que tive sobre investimentos os "sabichões" eram aqueles que já investiam em ações de alto risco, Bitcoin, day trade, Forex e não tinham nem 6 meses de mercado financeiro. 

Recentemente um dos meus melhores amigos entrou nesse mundo de investimentos e começou pelo lado do day trade, não julgo isso, é bom, atiça a vontade dele por querer aprender mais e eu sei que ele é inteligente o suficiente para ver as armadilhas desse caminho, porém esse caminho não é nem de perto o mais recomendado de se iniciar e, ironicamente, é onde a maioria quer iniciar, talvez por causa dos lucros mostrados pelos youtubers? Maybe. Talvez por causa do sonho de trabalhar 2h na frente do PC e tá sussa? Maybe. Ou talvez pelos outros inúmeros cantos de sereias que esse caminho possui com várias pessoas te empurrando para ele.

O fato é que alguns se sentem com a viseira retirada quando descobrem os investimentos, mas acham renda fixa fraca, acham desestimulando, fazem os cálculos e parece que ganha pouco, aí aplica a taxa média de crescimento do S&P500 desde 1900 e bolinha e se encanta. Faço um adento aqui porque eu me incluo nesse grupo de pessoas, basicamente desde quando eu invisto eu tenho quase 100% do meu patrimônio em renda variável, salvo só a reserva de emergência e a de oportunidade. Ok, voltando ao assunto, depois desses mais de 6 anos investindo eu percebi que investir é algo muito devagar, demorado, slow motion mesmo e, dessa forma, deve ser absorvido aos poucos, com conhecimento e experiência. 

Eu meio que tomei os dois caminhos ao mesmo tempo, como sempre fui uma pessoa educada financeiramente eu acabava me arriscando em uma ponta e me nutrindo de conhecimento em outra. Li muuuuito sobre tudo, pdfs infinitos na internet, videos e mais videos, cursos gratuitos e fajutos, e depois entrei no caminho que eu me achei, livros! 

Eu falo um pouco disse nesse vídeo do meu canal, que é o jeito certo que considero por onde devemos começar. 


Por onde começo a investir?


Como eu já li muitos livros ao longo desses anos, acho que uma média de 1 a cada 2 meses, eu pretendo trazer resumos deles para tentar dar uma elevada no conhecimento geral que o pessoal tem sobre investimentos. Sem dúvida o brasileiro não é um leitor assíduo, agora em livros de investimentos, piorou. Lá no canal vou levar uma visão mais educacional e informativa, aqui no blog vou trazer uma visão mais crítica e pessoal. Pretendo separar a parte educacional lá e pessoal aqui. 

Fico feliz quando vejo pessoas que começam do jeito certo, com medo, devagar, com bastante aversão ao risco, porque acho que isso são medidas protecionistas válidas para o começo de um investidor iniciante. Com o tempo vem a experiência e o conhecimento e aí vem investimentos melhores e mais arriscados, mas pelo menos assim temos um fluxo certo, algo que tem grande probabilidade de dar certo porque, no fim, é o que importa para alcançarmos a liberdade financeira, não é mesmo?

TR





sábado, 9 de maio de 2020

#1 - O começo de um blog!


Fala galera, beleza?

Finalmente será lançado uma das minhas ideias mais antigas em relação a finanças, o blog Escola para Investidores.

Aqui vocês vão encontrar conteúdo de qualidade de vários assuntos diferentes, mas principalmente com relação à educação financeira, investimentos, livros e opiniões pessoas em geral. Faz muito tempo que eu estou pela finanfera, acho que uns 8 anos e também já tive um blog pessoal contando o  meu progresso, mas era uma época não muito estável da minha vida e eu acabava levando o blog não muito a sério, e acabava deixando umas postagens de lado e quando eu via o blog já estava abandonado.

Dessa vez com a ajuda dessa quarentena e com o tempo livre de maior qualidade que eu tenho hoje eu decidi colocar o meu hobby em ação, que é fazer um blog de qualidade e dessa vez fui além e fiz um canal no youtube também, vejam só!!

Infelizmente eu sinto que é finanfera está morrendo aos poucos e isso é muito triste porque aqui foi onde eu tive as minhas primeiras interações sociais com outros investidores e troca de experiencias muito válidas. Mesmo não tendo um blog pra compartilhar tudo que eu ia vivendo, eu não deixava de acompanhar os meus blogs favoritos.

Bem, não vou me alongar muito. Aqui é só um post inicial de apresentação mesmo. Nos próximos pretendo trazer conteúdos melhores. Não deixe de acompanhar as minhas postagens e de se inscrever no Escola para Investidores no Youtube, lá eu posto vídeos animados mais pra resumo de livros financeiros que eu já li (sim, eu li muitos) e também alguns conteúdos interessantes sobre investimentos, não tenha medo, vai lá conferir! Até lá!

TR

#4 - Crítica O Investidor Inteligente

Quem aí já leu O Investidor Inteligente? Esse livro foi publicado pela primeira vez em 1949, sim, em mil novecentos e quarenta e nove ...

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